quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Garotos na vitrine

A gente as vezes, procura encontrar a felicidade em alguém, a maioria das vezes sem sermos correspondidos continuamos lutando’.. queremos esse alguém, quando temos em mãos.

Não é mais o que era dentro da vitrine...

Você dispensa já não quer mais saber, simplesmente desiste.

Tudo em vão, as noites com sono, com frio indo até esse alguém.

E oque sobrou para você. Nada... somente a tristeza e novamente a carência de estar sozinho. Como você veio ao mundo.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Sem Remédio

Aqueles que me tem muito amor
não sabem oque sinto e oque sou
Não sabem que passou, um dia, a Dor
Á minha porta e, nesse dia, entrou.
E é desde então que eu sinto este pavor,
Este frio que anda em mim, e que gelou
O que de bom me deu nosso senhor!
Se eu nem sei por onde ando e onde vou!
Sinto os passos da Dor, dessa cadência
Que ja tortura infinida, que é demência!
Que é ja vontade doida de gritar!
E é sempre a mesma magoa, o mesmo tédio,
A mesma angustia funda, sem remédio,
Andando atraz de mim sem me largar!

quarta-feira, 31 de março de 2010

Sem Remédio

Aqueles que me tem muito amor
não sabem oque sinto e oque sou
Não sabem que passou, um dia, a Dor
Á minha porta e, nesse dia, entrou.
E é desde então que eu sinto este pavor,
Este frio que anda em mim, e que gelou
O que de bom me deu nosso senhor!
Se eu nem sei por onde ando e onde vou!
Sinto os passos da Dor, dessa cadência
Que ja tortura infinida, que é demência!
Que é ja vontade doida de gritar!
E é sempre a mesma magoa, o mesmo tédio,
A mesma angustia funda, sem remédio,
Andando atraz de mim sem me largar!


(Florbela Espanca)